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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Luz, energia e inspiração para recomeçar


Tentando recomeçar com o blog depois de um longo tempo sem inspiração, luz e energia . Conto com você seguidor e visitante. Seus comentários serão o meu chá de ânimo...

sábado, 10 de setembro de 2011

A vida é a maior festa que existe!

Há quem pense que amar, viver e ser feliz é uma questão de sorte e depende de fatores externos à nossa vontade, do tipo " se isso ou aquilo acontecer eu vou ser ou ter".
Grande parte dos que se dizem infelizes com a vida, impõem a si obstáculos que os impedem de enxergar o quanto ser feliz custa pouco. E só depende mesmo do nosso querer.
Comemorar, festejar a vida é algo que fazemos ao nascer um novo ser e que deveria ser repetido inúmeras vezes até o fim de nossa existência. Mas os obstáculos que criamos ao longo vida acaba nos impedindo na maioria das vezes que comemoramos o dom da vida. Quantos aniversários passam em branco? Quantas oportunidades de amarmos? De sorrirmos? De vivermos mais felizes, desperdiçamos?
Precisamos mudar a postura, erguermos a cabeça e apoderarmos do direito de vivermos felizes. Cabe a cada um essa decisão, que é individual e independe de condições adversas. Afinal, a vida é a maior festa que existe! E todos somos convidados especiais.

sábado, 3 de setembro de 2011

Me libertando do vício de ser uma compradora compulsiva

Roupas amontoadas, pouco espaço e desorganização.
Peças que nunca foram usadas, algumas ainda embaladas.
   
Saldo da geral que dei no guarda-roupa esta semana.

As fotos acima ilustram a complicada realidade que me cerca. Quando criança, sem dinheiro suficiente para ter roupas, sapatos e acessórios que me permitissem um visual variado, decidi que a partir do meu primeiro emprego compraria todas as roupas da moda fazendo com que as outras meninas deixassem de comentar sobre a constante repetição das poucas roupas que eu tinha para usar. Minha família era muito pobre e meus pais priorizavam os gastos com os estudos. Naquela época, mesmo estudando em escola pública, tínhamos que comprar os livros e o uniforme completo. Hoje, o governo os dá.
Então, na minha ânsia de ter um guarda-roupa descente, passei a investir no visual ... Só que o tempo foi passando e o que era necessidade virou um vício. Me tornei uma compradora compulsiva de roupas, sapatos, cosméticos, bijouterias e tudo quanto mais fizesse parte do universo feminino.
Quando percebia o guarda-roupa super lotado, arrumava um jeito de caber mais e mais coisas até que um dia minha mãe me chamou a atenção. Não adiantou é claro! Passei a comprar e esconder. Saía de mochila para não ter que entrar com sacolas dentro de casa. Até que um dia viajei e quando voltei haviam tirado tudo do meu guarda-roupas para uma reforma no meu quarto. E foi aí que deparei-me com o volume de coisas que eu acumulava há anos e anos. Eu só comprava, não usava e nem dispunha de nada. Foi um susto e ao mesmo tempo uma vergonha que passei diante de minha família. Mesmo assim, continuei a comprar.
Um tempo depois fui ter a minha própria casa e tive que fazer a mudança às prestações, tudo só para não chamar a atenção. Dos dois guarda-roupas no meu apartamento, um eu coloquei o que eu usava no cotidiano e o outro ficou lotado de coisas muitas vezes ainda até embaladas, com etiqueta e preço.
 Porque eu só comprava e guardava. Comprava para quê? Se estava gorda, comprava pensando usar quando emagrecesse; se estava magra, comprava pensando na possibilidade de engordar. Se era inverno eu comprava para usar no verão; se fosse verão comprava o que poderia usar no inverno ... E assim toda semana ia eu atrás das liquidações e novidades. Gastava dinheiro, fazia divida no cartão, no cheque pré-datado ... Cheguei a ficar endividada e a ter dificuldades para honrar os compromissos relativos à manutenção da casa. Como dona de casa que trabalha fora, conseguia facilmente descartar o interesse por utensílios domésticos, móveis e outras coisas úteis em um lar para comprar roupas, etc e tal.
Depois de tanto agir errado caí em mim, graças a Deus, uma luz me mostrou o quanto eu estava errada. Essa luz é o meu filho, que aos 9 anos de idade, após ter passado um dia brincando na casa de um coleguinha, chegou em casa me questionando porque eu guardava minhas roupas no guarda-roupas do quarto dele. Contou que no quarto do coleguinha tinha um onde ele guardava suas roupas e brinquedos. Fiquei muda. Depois expliquei que ele tinha cômoda e um outro armário. Ofereci comprar um guarda-roupas novo para ele. Ele disse que não precisava, que já havia aquele embutido e que bastava eu retirar as minhas coisas. Foi a partir dessa conversa que comecei a pensar em desocupar aquele espaço, que comecei a ver que até a distribuição dos espaços na casa estava prejudicada pelo meu vício. Decidi não ocupar outros armários. Inicialmente diminui as compras e hoje posso dizer que elas não me atraem. Consigo ir ao shopping e voltar sem ter comprado o que não preciso.
Há dois anos venho tentando me livrar do acúmulo de coisas que comprei, não usei e nem usarei com certeza, mas não é tão fácil assim. A cada férias, dou uma geral nos armários e guarda-roupa e  retiro peças para doar. Algumas com mais de dez anos no estoque. Aos poucos estou me sentindo mais normal. Por outro lado, não posso negar que esvaziar os armários ainda me dá uma sensação de vazio, mas eu chego lá! Afinal, na vida precisamos de muito pouco para sobreviver. O nosso bem estar interior e a qualidade de vida tem que ter superioridade em nossos planos. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Elas continuam fazendo sucesso?


Nos anos 50-60 do século XX, a mulher ideal era aquela que sabia bem agradar ao marido e se manter linda e por dentro da moda. Os tempos mudaram, os almanaques e revistas femininas também. Mas essas, só mudaram mesmo a sua engenharia de edição, porque os assuntos mesmo parecendo mais modernos, continuam os mesmos. E o pior, a maior parte das mulheres amam essas revistas cheias de futilidades, independente do seu grau de escolaridade ou nível social. Qual será o segredo que envolve esses periódicos? 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Casa doente = Moradores doentes

achei esse gif lindo no blog quemmoradentrodemim e decidi copiar ...


Hoje foi um dia difícil para mim, pois tive muito o que fazer, mas não consegui fazer quase nada ... Desânimo geral. Já há alguns dias venho tendo sonhos agitados e isso está me deixando preocupada, angustiada mesmo, porque detesto quando falta-me a energia necessária aos afazeres do cotidiano.
No ritmo do desânimo liguei a TV logo cedo e em um programa desses que mais tem futilidades do que informações, fui surpreendida com uma reflexão a cerca da influência da organização da casa na nossa vida.  Não é hoje o meu problema, mas achei tão interessante que resolvi comentar um pouquinho do que pude compreender sobre a reportagem.
É o seguinte: segundo as informações técnicas de peritos no assunto, uma casa desorganizada é uma casa doente. E a doença da casa afeta a vida dos moradores deixando-os doentes também.
Então, se você está bem no ambiente externo e  é daqueles que entra em  casa e sente muito cansaço, tome cuidado! Pode ser um sinal dessa doença. A desorganização do ambiente ( mesmo que você considere a bagunça uma espécie de organização para facilitar a sua vida), coisas espalhadas, apego a objetos que você não usa (mas que entulha os armários e cantos da casa), são sinais de contaminação.
Existe cura? Claro. A solução do problema é simples. Basta banir da sua mente a frase " eu guardo isto para quando ...", porque o que você não usa agora provavelmente não vai usar depois. Doe para alguém que vai usar de fato, ou simplesmente jogue fora. Com essa atitude de desapego e doação, você diminuirá o acumulo de coisas, ganhará espaço e se sentirá bem melhor no recinto do seu lar.
Para completar, vale mudar a cor da pintura das paredes, do piso, dos móveis, enfim o que estiver ao seu alcance.
Afinal, precisamos de muito pouco para sobreviver. Mais de 70% do que temos, jamais usaremos no cotidiano.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Customizando um calendário para a cozinha

Sempre achei necessário ter um calendário na cozinha. Costume antigo, do tipo: aprendi com a mamãe!
Observando algumas fotos de estandartes, pensei no calendário sem graça dependurado na parede e, peguei este resto de tecido xadrez verde, a caixa de badulaques e o resultado foi ...



Agora no passo a passo ...


Um calendário comum, reforçado com papel cartão cinza no fundo.

Cortei todo o espaço suficiente para deixar à mostra o calendário
2012 que está na folha de fundo.

Prendi com fita dupla face as sobras do tecido, arrematando no verso.
Com cordão fino e colorido alinhavei o tecido no fundo de papel, deixando um alça na parte superior.
Arrematei o verso com papel cartão cinza, colado com fita dupla face.

Para dar um toque feminino, amarrei laços de fita coloridos.

Ficou muito simples, mas gostei da diferença que fez na minha cozinha. Como sou iniciante nas artes, aos poucos irei melhorar!