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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Casa doente = Moradores doentes

achei esse gif lindo no blog quemmoradentrodemim e decidi copiar ...


Hoje foi um dia difícil para mim, pois tive muito o que fazer, mas não consegui fazer quase nada ... Desânimo geral. Já há alguns dias venho tendo sonhos agitados e isso está me deixando preocupada, angustiada mesmo, porque detesto quando falta-me a energia necessária aos afazeres do cotidiano.
No ritmo do desânimo liguei a TV logo cedo e em um programa desses que mais tem futilidades do que informações, fui surpreendida com uma reflexão a cerca da influência da organização da casa na nossa vida.  Não é hoje o meu problema, mas achei tão interessante que resolvi comentar um pouquinho do que pude compreender sobre a reportagem.
É o seguinte: segundo as informações técnicas de peritos no assunto, uma casa desorganizada é uma casa doente. E a doença da casa afeta a vida dos moradores deixando-os doentes também.
Então, se você está bem no ambiente externo e  é daqueles que entra em  casa e sente muito cansaço, tome cuidado! Pode ser um sinal dessa doença. A desorganização do ambiente ( mesmo que você considere a bagunça uma espécie de organização para facilitar a sua vida), coisas espalhadas, apego a objetos que você não usa (mas que entulha os armários e cantos da casa), são sinais de contaminação.
Existe cura? Claro. A solução do problema é simples. Basta banir da sua mente a frase " eu guardo isto para quando ...", porque o que você não usa agora provavelmente não vai usar depois. Doe para alguém que vai usar de fato, ou simplesmente jogue fora. Com essa atitude de desapego e doação, você diminuirá o acumulo de coisas, ganhará espaço e se sentirá bem melhor no recinto do seu lar.
Para completar, vale mudar a cor da pintura das paredes, do piso, dos móveis, enfim o que estiver ao seu alcance.
Afinal, precisamos de muito pouco para sobreviver. Mais de 70% do que temos, jamais usaremos no cotidiano.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

LUTE PARA VENCER



Conta a lenda que um homem ficou horas observando o esforço de uma borboleta para passar o corpo pela pequena abertura do casulo. Num certo momento, parecia que ela havia chegado até onde podia e não tinha mais forças.
Então ele decidiu ajudá-la: pegou uma tesoura e retirou o que restava do casulo. Assim, a borboleta apareceu facilmente, mas seu corpo estava inchado e as asas, enrugadas. Ele continuou a olhá-la esperando que suas asas crescessem e se expandissem. Mas isso não aconteceu. Aliás, a borboleta passou o resto da vida se arrastando com o corpo inchado e as asas enrugadas. Ela nunca conseguiu voar.
O que o homem não conseguiu perceber é que a luta da borboleta para sair do casulo é o modo que a natureza encontrou de fazer o fluído do seu corpo passar para as asas e, assim prepará-la para voar livremente.
Lembre-se sempre: receber tudo de mãos beijadas não é tão bom assim, as lutas de todo dia são necessárias na nossa existência. Afinal, não seríamos fortes o suficiente e nunca poderíamos "voar" se não sentíssemos o gosto da batalha e da conquista.

Hoje, quando fui à padaria e comprei pães, eles foram embalados num saco de papel e em um dos lados havia esse texto, sem identificação do autor. Li e gostei, por isso resolvi publicá-lo aqui para para outras pessoas possam ler também. É bastante real ...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Quão boa mãe você é?




Corajosas, comodistas, superprotetoras, dedicadas, relapsas, possessivas, amorosas - qual a medida certa de ser mãe?
Poderíamos citar inúmeras situações que revelam as que exageram nos cuidados; as que são permissivas; as excessivamente castradoras; as que excedem na liberdade e as que demonstram desatenção e descaso. Tanto a falta quanto o excesso pode deixar sequelas, marcas que prejudicam o desenvolvimento do filho.
A que não estabelece o laço necessário com o filho não lhe transmite a certeza de que ocupa um lugar no seu desejo. Situações extremas geralmente provocam desequilíbrio. Um lar saudável prima por uma certa harmonia. Como conquistar tal equilíbrio?
O grande desafio que o mundo turbulento coloca para as mães é: como conciliar vida corrida com paz interior? Como atingir internamente o ponto de sustentação, de harmonia para conseguir a boa medida - ter firmeza ao dizer não e convicção ao dizer sim? Como não ser carrasca, tampouco superprotetora?
Educar implica limitar e frustá-lo em seu desejo. A mãe suficientemente boa é aquela que interdita a criança nos excessos e prepara-a para os obstáculos da vida. É importante que a incentive na conquista de sua independência - iniciada com a transição do peito para a mamadeira, do colo para o chão, da casa para a escola.
Há mães que não querem que o filho cresça e dificultam a conquista da liberdade e da independência. Mães fálicas, egoístas e poderosas cujos filhos, muitas vezes, terão dificuldades em assumir responsabilidades, tomar rumo na vida.
Cuidados excessivos geralmente culminam em crianças inseguras. Contudo, a falta de cuidado também  tornará um adulto angustiado, mal-humorado.
Qual a função da mãe? Preparar um filho para a vida ou para atender aos seus caprichos narcísios?
Tornar-se uma mãe razoável, exige muito trabalho e dedicação, com erros e acertos.

Adaptado de DANTAS, Eliane e LEMOS, Inez. Mãe na medida certa. In: Revista AMAE educando, maio de 2009, p. 5.